Era hora de dormir na casinha do Pocoyo. Ele vestiu seu pijama azul e bocejou.
— Estou pronto para sonhar! — disse ele.
Mas seus brinquedos, Pato e Elly, sussurraram:
— Que tal um passeio suave pela cidade dos sonhos?
Pocoyo concordou com a cabeça, e sua cama começou a flutuar docemente pela janela. Voaram sobre ruas calmas, onde os carrinhos dormiam nas garagens. As luzes dos postes eram estrelinhas amarelas piscando devagar.
— Olhe — disse Pato, apontando seu bico.
Uma fileira de casinhas coloridas boiava no céu, como balões. De uma delas saía uma musiquinha de ninar.
— É a música da lua — cochichou Elly.
A cama desceu suavemente em uma praça. No centro, uma grande fonte tocava uma canção com pingos de água. Plim, plim, plom. As flores ao redor balançavam no ritmo, cheirando a doce.
Pocoyo desceu da cama, em passinhos de algodão.
— Dançamos? — perguntou Pato.
E dançaram. Uma dança lenta e tranquila, girando em círculos suaves. As nuvens desciam para ver e faziam almofadas fofas no chão.
De repente, um trenzinho colorido apareceu, andando sem pressa nos trilhos.
— Vamos dar uma voltinha? — convidou o trenzinho, com uma voz de sino.
Pocoyo, Pato e Elly subiram. O trenzinho os levou por um caminho macio de grama, passando por um gatinho que ronronava e um cachorrinho que sonhava correndo.
Era hora de voltar. A cama os esperava. Pocoyo se aninhou entre seus cobertores, abraçando Pato e Elly.
— Boa noite, cidade dos sonhos — sussurrou.
A cidade respondeu com um brilho suave das janelinhas, acenando adeus.
Pocoyo fechou os olhos. Seu coração estava quentinho. Sonhou que estava dançando na fonte, sempre abraçado por seus amigos.
Moral da História: Os melhores sonhos são aqueles que partilhamos com os amigos, cheios de paz, música e aventuras tranquilas